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PUBLICADO 17 anos ATRÁS.

Viações devem R$ 1,1 bi ao INSS

Viações devem R$ 1,1 bi ao INSS r
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nREGINA TERRAZ r
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nPrevidência cria uma força-tarefa para investigar não-pagamento. Há suspeita de que os empresários se apropriaram de dinheiro descontado de funcionáriosr
nAs 32 empresas de ônibus que operam hoje na cidade de São Paulo devem, juntas, nada menos que R$ 1,177 bilhão à Previdência Social. O tamanho do débito, que se acumula há 10 anos, chamou a atenção do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). Segundo Carlos Eduardo Gabas, superintendente do INSS em São Paulo, o órgão formou uma força-tarefa, juntamente com os procuradores do INSS, para investigar os motivos do não-pagamento e agilizar a cobrança da dívida.r
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nGabas diz que está investigando a suspeita de que as empresas tenham cometido apropriação indébita, ou seja, a contribuição é descontada na folha de pagamento dos funcionários, mas não repassada à Previdência. “É possível que os empresários fiquem com esse dinheiro e usem como capital de giro”, disse ele. “Suspeitamos que pelo menos um terço dessa dívida seja dessa natureza. Isso é crime e dá cadeia.”r
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nO problema, segundo Gabas, é que a maioria das viações muda de nome e regulariza oficialmente sua situação. Mas, disse ele, é possível provar a sucessão tributária de uma empresa por outra. Isso porque, em geral, a empresa não tem empregado registrado nem patrimônio declarado.r
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nEm nota à imprensa, o Transurb, sindicato que representa as empresas de ônibus, nega que as empresas tenham se apropriado de valores descontados da folha salarial de seus funcionários. “Todos os descontos feitos dos funcionários são integralmente repassados ao INSS dentro do prazo legal”, diz a nota. O texto diz ainda que todas as empresas que operam hoje na Capital estão “totalmente regulares” com o INSS.




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