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PUBLICADO 2 semanas ATRÁS.

Rendimento fica estável em 26 das 27 Unidades da Federação no 3º tri, diz IBGE

O rendimento médio dos trabalhadores ocupados ficou estatisticamente estável na passagem do segundo trimestre para o terceiro trimestre do ano em 26 das 27 Unidades da Federação. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Apenas Rondônia registrou variação significativa, uma alta de 4,8%, passando de R$ 1.941 no segundo trimestre de 2019 para R$ 2.035 no terceiro trimestre.

O rendimento médio real de todos os trabalhos na média nacional foi estimado em R$ 2.298 no terceiro trimestre, mostrando estabilidade tanto em relação ao trimestre imediatamente anterior (R$ 2.297) quanto em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (R$ 2.295).

No terceiro trimestre, a maior renda média foi registrada no Distrito Federal (R$ 3.887). O menor rendimento foi o do Maranhão (R$ 1.333).

Bahia teve a maior taxa de desemprego no terceiro trimestre, diz IBGE

A taxa de desocupação permaneceu estatisticamente estável em 25 das 27 Unidades da Federação na passagem do segundo trimestre para o terceiro trimestre deste ano. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta terça-feira, 19, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa de desocupação no total do País no terceiro trimestre de 2019 foi de 11,8%, ante 12,0% no segundo trimestre. No terceiro trimestre do ano passado, a taxa de desocupação era de 11,9%.

No terceiro trimestre, as maiores taxas foram observadas na Bahia (16,8%), Amapá (16,7%) e Pernambuco (15,8%). Os menores resultados ocorreram em Santa Catarina (5,8%), Mato Grosso do Sul (7,5%) e Mato Grosso (8,0%).

No Estado de São Paulo, a taxa de desocupação recuou de 12,8% no segundo trimestre para 12,0% no terceiro trimestre deste ano.

O IBGE informa que, no terceiro trimestre, o País tinha 3,150 milhões de pessoas em busca de emprego há dois anos ou mais. No trimestre anterior, esse contingente era de 3,347 milhões de desempregados em busca de uma vaga há tanto tempo.

Em relação ao terceiro trimestre de 2018, diminuiu em 1,2% o contingente de desempregados há pelo menos dois anos.

No terceiro trimestre de 2019, outros 1,700 milhão de trabalhadores procuravam emprego há mais de um ano, mas menos de dois anos. O grosso dos desempregados no terceiro trimestre, 5,863 milhões, estava em busca de uma vaga havia pelo menos um mês, mas menos de um ano. Na faixa dos que tentavam encontrar um trabalho havia menos de um mês estavam 1,801 milhão de pessoas.

Fonte: Jornal de Brasilia




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