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PUBLICADO 7 meses ATRÁS.

Perspectiva de crescimento do País deve cair entre turbulências

Em meio a turbulências no cenário internacional, especialmente pela desaceleração da economia chinesa e dos impactos causados pela propagação do coronavírus, analistas já começaram a revisar as projeções para o desempenho da economia brasileira neste ano.

“A parte internacional está pesando no mercado domestico. A expectativa de queda do PIB da China, o problema do coronavírus, a queda no preço das commodities, do petróleo, tudo isso acaba impactando a atividade econômica no Brasil”, diz Álvaro Frasson, economista do BTG Pactual Digital, que participou ontem (10), em Fortaleza, do 1º Research Day, evento realizado pela Vert Investimentos, escritório de agentes autônomos que distribui produtos do banco no Ceará. O banco prevê abrir agências físicas em breve.

Frasson diz que a perspectiva do banco para 2020 é de um crescimento de 2,5% do PIB brasileiro. Mas diante do cenário, o número está sendo revisado. “Talvez seja um pouco menos. De todo modo, mesmo com a correção, será um bom crescimento, já que nos últimos três anos, a gente cresceu 1,1% ao ano, em média”.

“Caso esse crescimento se confirme, 2020 pode ser o ano que marca essa retomada da economia de forma mais intensa, podendo melhorar o nível de emprego”, diz. O economista diz ainda que a inflação deverá continuar baixa ao longo do ano, impactada pela queda do preço do petróleo.

De acordo com boletim do Banco Central, a expectativa é de que o País feche o ano com avanço de 2,30% do PIB, com a taxa básica de juros (Selic) a 4,25% ao ano e inflação (IPCA) de 3,21%. A Selic, que está no menor patamar histórico, tem contribuído para a migração de investimentos da renda fixa.

Renda variável

Para Ricardo Cavalieri, analista de ações do BTG Pactual Digital, o ambiente de juros baixos irá impulsionar ainda mais o ingresso de investidores na bolsa, mesmo após o expressivo crescimento observado ao longo de 2019.

“Acreditamos que com taxas mais baixas, aumentará também o ingresso das classes ‘C’ e ‘D’ no mercado de ações, que essas faixas não tinham acesso. Com certeza, o Nordeste, em geral, e o Ceará, irão ter uma relevância muito maior nesse segmento”, prevê.

Fonte: Diário do Nordeste




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