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PUBLICADO 5 meses ATRÁS.

IGP-M sobe 0,67% na primeira prévia de janeiro, aponta FGV

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 0,67% na primeira prévia de janeiro, após ter aumentado 1,83% na primeira prévia de dezembro. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (10) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Com o resultado, o índice acumulou elevação de 0,67% no ano de 2020 e alta de 8,02% em 12 meses. A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a primeira prévia do IGP-M de janeiro. O IPA-M, que representa os preços no atacado, aumentou 0,86% em janeiro, ante um avanço de 2,57% na primeira prévia de dezembro. O IPC-M, que corresponde à inflação no varejo, apresentou alta de 0,33% na prévia de janeiro, depois de uma elevação de 0,59% em igual leitura de dezembro.

Já o INCC-M, que mensura o custo da construção, teve avanço de 0,20% na primeira prévia de janeiro, depois da queda de 0,12% na primeira prévia de dezembro. O IGP-M é usado para reajuste de contratos de aluguel. O período de coleta de preços para cálculo do índice foi de 21 a 31 de dezembro. No dado fechado do mês de dezembro, o IGP-M teve elevação de 2,09%.

Medidos pelo IPA Agrícola, os preços dos produtos agropecuários subiram 0,19% no atacado na primeira prévia do IGP-M de janeiro. Na mesma prévia de dezembro, houve um salto de 5,51%. Os produtos industriais no atacado – mensurados pelo IPA Industrial – avançaram 1,10% na primeira prévia de janeiro, ante elevação de 1,57% na mesma prévia do mês anterior.

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os bens finais subiram 1,59% na primeira prévia de janeiro, depois da alta de 3,04% na mesma prévia de dezembro.

Os preços dos bens intermediários tiveram aumento de 1,04% na prévia de janeiro, ante uma alta de 0,27% na primeira prévia de dezembro. Os preços das matérias-primas brutas recuaram 0,13% na primeira leitura de janeiro, após uma alta de 4,64% na mesma prévia de dezembro.

Fonte: Jornal do Comércio




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