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IGP-M desacelera 0,57% na 2ª prévia de janeiro, segundo FGV

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 0,57% na segunda prévia de janeiro, após ter aumentado 2,06% na segunda prévia de dezembro. A informação foi divulgada nesta terça-feira (21) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice acumulou elevação de 0,57% no ano de 2020 e alta de 7,91% em 12 meses.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a segunda prévia do IGP-M de janeiro. O IPA-M, que representa os preços no atacado, aumentou 0,67% em janeiro ante um avanço de 2,85% na segunda prévia de dezembro. O IPC-M, que corresponde à inflação no varejo, apresentou alta de 0,45% na prévia de janeiro, depois de uma elevação de 0,74% em igual leitura de dezembro. Já o INCC-M, que mensura o custo da construção, teve avanço de 0,17% na segunda prévia de janeiro, depois de uma estabilidade (0,00%) na segunda prévia de dezembro.

O IGP-M é usado para reajuste de contratos de aluguel. O período de coleta de preços para cálculo do índice foi de 21 de dezembro a 10 de janeiro. No dado fechado do mês de dezembro, o IGP-M teve elevação de 2,09%. Os preços dos produtos agropecuários, medidos pelo IPA Agrícola, recuaram 0,05% no atacado na segunda prévia do IGP-M deste mês. Na mesma prévia de dezembro, houve um salto de 6,21%, informou a FGV. Já os produtos industriais no atacado, mensurados pelo IPA INdustrial, avançaram 0,93% na segunda prévia de janeiro, ante elevação de 1,71% na mesma prévia do mês anterior.

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os bens finais subiram 0,70% na segunda prévia deste mês, depois da alta de 3,24% na mesma prévia de dezembro.

Os preços dos bens intermediários tiveram aumento de 1,24% na prévia de janeiro, ante uma alta de 0,35% na segunda prévia de dezembro. Os preços das matérias-primas brutas aumentaram 0,03% na segunda leitura do primeiro mês de 2020, após elevação de 5,22% na mesma prévia de dezembro.

Fonte: Jornal do Comércio




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