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PUBLICADO 4 meses ATRÁS.

IGP-DI sobe 0,85% em novembro

O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu 0,85% em novembro, percentual superior ao apurado no mês anterior, quando o índice havia variado 0,55%. Com este resultado, o índice acumula alta de 5,85% no ano e de 5,38% em 12 meses. Em novembro de 2018, o índice havia caído 1,14% e acumulava elevação de 8,38% em 12 meses.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 1,11% em novembro, ante 0,84% em outubro. Na análise por estágios de processamento, o grupo Bens Finais acelerou de 0,40% em outubro para 1,74% em novembro. O principal responsável por este avanço foi o subgrupo alimentos processados, que passou de 1,37% para 4,25%. O índice de Bens Finais (ex), que resulta da exclusão de alimentos in natura e combustíveis para o consumo, subiu 1,71% em novembro, contra alta de 0,48% em outubro.

A taxa do grupo Bens Intermediários passou de 1,30% em outubro para -0,20% em novembro. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de 5,13% para -2,07%. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão de combustíveis e lubrificantes para a produção, variou 0,15% em novembro, ante alta de 0,63% no mês anterior.

O estágio das Matérias-Primas Brutas variou 1,90% em novembro. Em outubro, a taxa havia subido 0,82%. Contribuíram para o avanço da taxa do grupo os seguintes itens: bovinos (2,85% para 15,63%), café (em grão) (-0,83% para 9,63%) e soja (em grão) (1,72% para 2,60%). Em sentido oposto, vale citar minério de ferro (-3,01% para -6,75%), milho (em grão) (9,54% para 7,19%) e laranja (8,66% para 4,66%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,49% em novembro. Em outubro, o índice caiu 0,09%. Sete das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação: Habitação (-0,40% para 0,50%), Alimentação (-0,28% para 0,42%), Despesas Diversas (0,38% para 3,14%), Educação, Leitura e Recreação (-0,03% para 0,59%), Transportes (0,20% para 0,33%), Comunicação (-0,09% para 0,14%) e Vestuário (0,13% para 0,26%). Nestas classes de despesa, vale mencionar o comportamento dos itens: tarifa de eletricidade residencial (-3,33% para 2,52%), carnes bovinas (1,07% para 8,00%), jogo lotérico (0,00% para 26,16%), passagem aérea (-2,95% para 12,35%), automóvel novo (0,15% para 0,27%), pacotes de telefonia fixa e internet (0,00% para 0,56%) e roupas (0,15% para 0,38%).

Em contrapartida, o grupo Saúde e Cuidados Pessoais (0,29% para 0,26%) apresentou decréscimo em sua taxa de variação. Nesta classe de despesa, o maior recuo foi observado na taxa do item protetores para a pele (1,68% para -0,02%).

O núcleo do IPC registrou taxa de 0,23% em novembro, ante 0,15% no mês anterior. Dos 85 itens componentes do IPC, 40 foram excluídos do cálculo do núcleo. Destes, 21 apresentaram taxas abaixo de -0,03% linha de corte inferior, e 19 registraram variações acima de 0,47%, linha de corte superior. Em novembro, o índice de difusão, que mede a proporção de itens com taxa de variação positiva, foi de 57,99%, ficando 3,85 pontos percentuais acima do registrado em outubro, quando o índice foi de 54,14%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 0,04% em novembro, ante 0,18% no mês anterior. Os três grupos componentes do INCC registraram as seguintes variações na passagem de outubro para novembro: Materiais e Equipamentos (0,50% para 0,06%), Serviços (0,06% para 0,18%) e Mão de Obra não variou pelo segundo mês consecutivo.

Portal IBRE FGV




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