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PUBLICADO 8 anos ATRÁS.

Afinal, cadê o Gerente Financeiro das MPEs?

Corriqueiramente são divulgadas informações sobre o elevado índice de fechamento de micro e pequenas empresas no Brasil. Vários analistas e estudiosos já estudaram o tema e sinalizaram as principais causas para a alta mortalidade precoce das MPEs. E, na maioria dos casos, é fácil observar a relevância do grau de qualificação dos administradores e de sua equipe para a continuidade das organizações.

O gerenciamento financeiro é uma das funções determinantes para a manutenção da “saúde financeira” das empresas. No entanto, observa-se no dia a dia, que as micros e pequenas empresas visualizam a função de gerenciamento financeiro apenas como um mero “contas a pagar e contas a receber”. Sob a ótica dos micros e pequenos empresários, as atividades de gerenciamento financeiro não são tão complexas e podem ser desenvolvidas por funcionários com um grau de qualificação básico.

Assim, a inexistência de profissionais qualificados atuando no gerenciamento financeiro das MPEs contribuí para que estas incorram em erros e em estratégias equivocadas. Muitas vezes essas micros e pequenas empresas são administradas apenas pelo proprietário e, quando atingem um determinado porte, enfrentam graves crises em decorrência das dificuldades da transição de uma administração centralizada e amadora para uma administração profissional e descentralizada. É o dilema daquele empresário que viu sua empresa crescer e em determinado momento já não consegue administrá-la sozinho.

Afinal, qual a solução para o gerenciamento financeiro das MPEs?

A administração financeira deve ser vista por micro e pequenos empresários como essencial para a sobrevivência de suas empresas. A função é complexa e envolve desde atividades mais simples como o gerenciamento do “contas a pagar e a receber” até as mais complexas como é o caso da captação eficiente de recursos junto a Bancos e Fornecedores e a gestão tributária em conjunto com o Contador.

Uma administração financeira profissional evitará que a empresa pague juros bancários em excessos, impedirá o pagamento de multas e juros por atrasos a fornecedores, contribuirá para uma gestão tributária eficiente, fornecerá informações fidedignas para amparar a tomada de decisões da diretoria, além de outras inúmeras situações que contribuirão para o equilíbrio financeiro da empresa.

Portanto, caberá aos micros e pequenos empresários dar um passo adiante contratando pessoas qualificadas para o exercício do gerenciamento financeiro de suas empresas. Afinal, desembolsar R$ 4 mil para o pagamento de salário de um profissional qualificado poderá evitar dores de cabeça no futuro.




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